ser
sem ser
cem homens
que comem
sem dó
cem pratos
tão fartos
os ratos
comem
cem homens
que são
sem ser
mortos
nos portos
cem homens
comidos por ratos
tão fartos
cem pratos
sem dó
sem ser
ser
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015
domingo, 14 de setembro de 2014
Deixei
Não sei
Como deixei
Nem quem
Trouxe do além
Aquele sentimento
De todo momento
Estar apaixonado
No tempo errado
A pessoa
Me soa
Tão adorável
E memorável
Mas pergunto
Se estou junto
Da menina
Que ilumina
Meu caminho
Tão sozinho
Estou fechado
E desamparado
Não sei
Como deixei
Nem quem
Trouxe do além
Essa sensação
Do fundo do coração
De estar contigo
Do ombro amigo
Mesmo assim
Digo sim
Mesmo perdendo
Estou correndo
Pois meu coração é seu
Mesmo o que o teu
Ainda não seja meu
Meu amor por ti
Ainda não pereceu
domingo, 2 de março de 2014
Maquinista
Canso
Danço
No espanto
De teu manto
Sonho
Em vão
Dizer não
Pobre coração
Freio
Feio
No teu seio
Meu leito
Fica
Conquista
Gosto masoquista
Sou apenas o maquinista
Danço
No espanto
De teu manto
Sonho
Em vão
Dizer não
Pobre coração
Freio
Feio
No teu seio
Meu leito
Fica
Conquista
Gosto masoquista
Sou apenas o maquinista
Vieram
Como você sabia
Que minha vida acabaria?
Sua vida tão conectada
À minha vida estagnada
Poemas que não rimam
Vidas que não se criam
Olhos que não enxergam
Palavras que não vieram
Sua vida tão largada
Minh'alma tão cansada
De não ter seu sorriso
Sentir-me teu amigo
É meu amor que sofre
Quando quer que chore
É meu sorriso que morre
Meu amor se torne
Que minha vida acabaria?
Sua vida tão conectada
À minha vida estagnada
Poemas que não rimam
Vidas que não se criam
Olhos que não enxergam
Palavras que não vieram
Sua vida tão largada
Minh'alma tão cansada
De não ter seu sorriso
Sentir-me teu amigo
É meu amor que sofre
Quando quer que chore
É meu sorriso que morre
Meu amor se torne
sábado, 28 de dezembro de 2013
Descontentamento
O amor e agonia
Da eterna magia
A dor e a tristeza
Da falta de sua beleza
O desespero e o cansaço
Da falta do teu abraço
A maestria e o fadigamento
De estar sem tempo
A alegria e a emoção
De ser dona do meu coração
Os versos e o aviso
Que você é motivo do meu riso
O fechar de olhos e o ar que respiro
Por toda vez que lhe vejo, um suspiro
A cara de bobo e o encantamento
De não ter você
Descontentamento
De não ter seu amor
Furor
Da eterna magia
A dor e a tristeza
Da falta de sua beleza
O desespero e o cansaço
Da falta do teu abraço
A maestria e o fadigamento
De estar sem tempo
A alegria e a emoção
De ser dona do meu coração
Os versos e o aviso
Que você é motivo do meu riso
O fechar de olhos e o ar que respiro
Por toda vez que lhe vejo, um suspiro
A cara de bobo e o encantamento
De não ter você
Descontentamento
De não ter seu amor
Furor
Concentração no Campo
Doce
fosse
Esperar a morte
Forte
Posso ou não
Doce emoção
Sentir o medo
Morrer cedo
Estando na fila pra partir
Não posso mais mentir
O meu coração irá se dividir
Pois para sempre irei dormir
Doce
fosse
Esperar a morte
Forte
fosse
Esperar a morte
Forte
Posso ou não
Doce emoção
Sentir o medo
Morrer cedo
Estando na fila pra partir
Não posso mais mentir
O meu coração irá se dividir
Pois para sempre irei dormir
Doce
fosse
Esperar a morte
Forte
terça-feira, 29 de outubro de 2013
Meu Descontentamento
O amor e agonia
Da eterna magia
A dor e a tristeza
Da falta de sua beleza
O desespero e o cansaço
Da falta do teu abraço
A maestria e o fadigamento
De estar sem tempo
A alegria e a emoção
De ser dona do meu coração
Os versos e o aviso
Que você é motivo do meu riso
O fechar de olhos e o ar que respiro
Por toda vez que lhe vejo, um suspiro
A cara de bobo e o encantamento
De não ter você
Descontentamento
De não ter seu amor
Furor
Da eterna magia
A dor e a tristeza
Da falta de sua beleza
O desespero e o cansaço
Da falta do teu abraço
A maestria e o fadigamento
De estar sem tempo
A alegria e a emoção
De ser dona do meu coração
Os versos e o aviso
Que você é motivo do meu riso
O fechar de olhos e o ar que respiro
Por toda vez que lhe vejo, um suspiro
A cara de bobo e o encantamento
De não ter você
Descontentamento
De não ter seu amor
Furor
segunda-feira, 12 de agosto de 2013
O Escritor
Nasci para ser ator
Mas me tornei um escritor
E hoje escrevo sobre a dor
Às vezes, também, sobre o amor
Nunca realmente me conheci
Talvez eu já envelheci
Talvez eu nunca tenha realmente rido
Nunca tenha crido
A verdade é a mentira
A Terra sempre gira
O mundo, hoje é meu
E o meu mundo é seu
A dor da alma cortada
A beleza da lágrima derrubada
A poesia do grito cortante
Que corta a alma de um amante
O meu fim
Com o seu sim
Minha destruição
Com o seu não
Mas me tornei um escritor
E hoje escrevo sobre a dor
Às vezes, também, sobre o amor
Nunca realmente me conheci
Talvez eu já envelheci
Talvez eu nunca tenha realmente rido
Nunca tenha crido
A verdade é a mentira
A Terra sempre gira
O mundo, hoje é meu
E o meu mundo é seu
A dor da alma cortada
A beleza da lágrima derrubada
A poesia do grito cortante
Que corta a alma de um amante
O meu fim
Com o seu sim
Minha destruição
Com o seu não
terça-feira, 1 de janeiro de 2013
Flor Minha
Amo saber o quanto nos amamos
Memórias do dia em que começamos
O mês que pela primeira vez nos falamos
Você me deu um lindo presente
O momento em que fiquei contente
Cercado do seu amor relusente
Encantado do seu abraço inexistente
Minha flor tão querida
Insisto que não serás esquecida
No meu coração estarás guardada
Hoje, amanhã e sempre amada
A metade da minha alma incompleta
Linda, inteligente e amável
Insubstituível, amorosa e adorável
Não há ninguém como minha flor
Digna de todo meu amor
A menina que me fez parar de sentir dor
Flor minha e de mais ninguém
Leia esse poema seu e de mais ninguém
Obtenha toda minha dedicação
Receba todo meu carinho e meu amor
Memórias do dia em que começamos
O mês que pela primeira vez nos falamos
Você me deu um lindo presente
O momento em que fiquei contente
Cercado do seu amor relusente
Encantado do seu abraço inexistente
Minha flor tão querida
Insisto que não serás esquecida
No meu coração estarás guardada
Hoje, amanhã e sempre amada
A metade da minha alma incompleta
Linda, inteligente e amável
Insubstituível, amorosa e adorável
Não há ninguém como minha flor
Digna de todo meu amor
A menina que me fez parar de sentir dor
Flor minha e de mais ninguém
Leia esse poema seu e de mais ninguém
Obtenha toda minha dedicação
Receba todo meu carinho e meu amor
quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
Estações
Amor de verão
Chega de supetão
Rouba seu coração
Você perde a respiração
Amor de inverno
Quente como o inferno
Não sei se pode ser eterno
Nem se dura tanto quando amor materno
Amor de primavera
Deixa-te louco como uma fera
Que mexe totalmente com sua atmosfera
E te prende, tão sozinho, dentro de uma esfera
Amor de outono
Um amor meio morno
Simples como um contorno
Por muito ou por pouco, me apaixono
Não importa a estação
Outono, inverno, primavera ou verão
Primavera, inverno, verão ou outono
É por você que toda estação, me apaixono
Chega de supetão
Rouba seu coração
Você perde a respiração
Amor de inverno
Quente como o inferno
Não sei se pode ser eterno
Nem se dura tanto quando amor materno
Amor de primavera
Deixa-te louco como uma fera
Que mexe totalmente com sua atmosfera
E te prende, tão sozinho, dentro de uma esfera
Amor de outono
Um amor meio morno
Simples como um contorno
Por muito ou por pouco, me apaixono
Não importa a estação
Outono, inverno, primavera ou verão
Primavera, inverno, verão ou outono
É por você que toda estação, me apaixono
Assinar:
Postagens (Atom)